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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Reflexão do Natal

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Mais um Natal chegando e esse pode ser mais um dos inúmeros textos clichês de fim de ano. Talvez seja, mas eu não sei.
Natal, nascimento de Cristo: Jesus Cristo, Jesus de amor. Amor. Mas nesse Natal, infelizmente, não consegui ver esse sentimento nos olhos de ninguém. Natal é união, é família. Mas onde está a união? Cada macaco no seu galho, preocupando-se cada vez mais com as emoções terrenas. Família. Mas a minha está dividida. Atsmosfera negativa que afeta a todos e nem mesmo as luzes da árvore conseguem espantar. Sem união, sem harmonia, sem companheirismo e sem amor.
Presentes? Mas pra quê? Talvez Jesus não quisesse incenso, nem mirra, nem ouro. Talvez só a presença dos Reis Magos Lhe fosse suficiente. Para mim, pessoas queridas reunidas e felizes é o melhor presente. Mas a magia do Natal não virá esse ano. Talvez porque não tenha Natal, quem sabe os Maias estão certos?
Só me arrependo de ter perdido tanto tempo no início desde ano, jogando fora oportunidades que tive e minha imaturidade me impediu de agarrar. Mas que a sentença seja dada e, se for do meu merecimento, que nos próximos anos eu faça mais coisas valerem a pena, como minha maturidade me permitiu fazer no meio-fim desde ano. Como disse meu pai, para morrer basta estar vivo. E eu digo mais: para morrer feliz, basta viver. Arriscar-se, mas sempre com os pés no chão, sabendo as consequências de cada ato. E no final, tudo valerá a pena.
Nós próximos Natais, vamos todos nos unir e nos familiarizar. Que seja assim e que haja amor.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Novo hobby

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Bom, estou pra ver pessoas com mais hobbies que eu. Fotografia sempre foi algo que me fascinou muito, mas infelizmente, eu não tinha condições para comprar uma câmera bacana e começar a treinar por aí. Faz algumas semanas então, que resolvi colocar a carroça na frente dos bois e comprar minha tão sonhada câmera. Pedi a ajuda de um conhecido para saber qual câmera eu compraria e há uma semana atrás (depois de procurar em milhares de lojas) consegui comprar uma Nikon Coolpix P510. Fiquei encantada só por ter o equipamento em mãos e por começar a realizar um tão adormecido sonho.

No dia seguinte, eu já tinha um "trabalho". Para quem são sabe, meu pai é artesão, fabrica sandálias e chinelos de couro (com a ajuda minha, da minha irmã e da minha mãe). Nós temos uma banca da Feira da Torre de TV e estamos lá todos os sábados e domingos. Então, minha irmã me pediu para fotografar as sandálias, uma por uma, para fazermos um facebook de divulgação do nosso trabalho. Já me senti super bem e motivada, passei a tarde inteira fotografando. No outro dia, fotografei minha sobrinha Liz brincando com bolhas de sabão e com tampas de canetinha hidrocor.


Em algumas das fotos ela está toda suja e descabelada, mas foi exatamente essa a minha intenção: fotografá-la enquanto ela brincava, distraída, fazendo o que toda criança faz, que é se sujar e brincar feliz da vida.
Na mesma semana, minha amiga me chamou para irmos ao Parque da Cidade e aproveitei para perguntar se ela se importaria se eu tirasse algumas fotos dela. Ela achou o máximo, já que assim como eu, gosta de fotografia e está me dando o maior apoio nessa minha história. É claro que várias fotos não ficaram boas, mas pra quem nunca teve contato com uma câmera semi-profissional, nunca fez um curso de fotografia e não tem esse tal "olhar de fotógrafo", eu estou bem satisfeita com meus resultados.


Deixo claro que não quero ser profissional, nem viver de fotografia, cobrar pelas minhas fotos nem nada do tipo. Sempre fui admiradora das belas artes e como há muito tempo abandonei a prática de desenhar (e olha, ainda bem que abandonei), porque não usar a fotografia para desenhar com luz, como muitos dizem? É quase uma terapia fotografar, estar em contato com a câmera, tentar vários ângulos, observar o mundo e principalmente os detalhes nas coisas mais bonitas que existem. 
Quem quiser dar uma olhada no meu Flickr, posto as melhores fotografias lá, inclusive algumas mais recentes, da minha prima e da minha sobrinha, que eu particulamente achei que foram as melhores até agora.


Meu pai até me perguntou: "Ué, Naah você vai fazer fotografia ou psicologia?" e eu disse "Os dois pai, os dois" mas não expliquei direito. Serei uma psicóloga que nas horas vagas sairá por aí fotografando somente por diversão. Eu dizia que fotografia e psicologia eram coisas que não tinham nada a ver, mas na verdade têm. Ultimamente uma das coisas que acalmam minha mente e melhoram meu senso perseptivo é a fotografia, uma arte que eu vou levar à diante. E pra quem não sabe nada de fotografia, até que eu levo jeito.



quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Vida de operário: a exploração da realidade

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Estão enchendo o balão. A cada dia ele fica maior. Não sou do tipo que deixa o estresse correr pelo sangue - exceto, é claro, em dois ou três dias durante o mês. Mas dessa vez, o estresse não veio sem motivo, tanto é verdade que o balão não explodiu, só continua se enchendo, enchendo... Não sei até que ponto minha paciência vai. O ambiente que antes me parecia acolhedor, hoje me causa mal estar. Meu corpo precisa de descanço. De nada me adianta a bem-recebida exautão mental, com minhas tarefas e deveres universitários. Um abiente que me cobra, mas que me dá retorno, é onde eu me sinto verdadeiramente bem. Mas fora dos estudos, minha busca por sucesso não me acolhe. É tudo tão cansativo! E não posso renunciar, não devo renunciar... Eu mesma enfiei meus braços nas algemas e não posso ao menos sonhar em andar por um lugar distante, longe do estresse exploratório. Em Vida de Operário, o lucro é do patrão, semana (fim de semana) é do patrão, ganância é do patrão...
Se eu ao menos podesse ligar uma lâmpada dentro da minha mente e mandar embora todas as sombras que me causam mal-humor... Tanto me culpo por esse mal-humor mal disfarçado que isso reflete em tristeza e em desânimo, como se fosse errado pedir por um pouco de férias. Tudo que eu queria era um tempo para respirar. Cinco dias longe da exploração, num lugar calmo e com bastante verde. Num lugar onde a brisa tocasse meus cabelos e a água banhasse meus pés. Um lugar bonito, que me rendesse belas fotografias, que eu pudesse explorar a arte marginal, que me libertasse do pessimismo.
E então, eu passaria mais um ano na exploração da realidade.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Renascer

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Pouco a pouco, fui perdendo minha essência, deixando tudo o que eu era para trás. Sábio foi quem disse que as experiências nos transformam. Tudo de bom e de ruim foi saindo de dentro de mim e cheguei num ponto que nem eu me reconhecia mais. Esse ponto foi onde morri. Sim, morri. Por longos cinco meses, eu estava morta, mantendo meu coração batendo devagar apenas porque eu ainda respirava. Estava vazia, oca e sem sentido. Não conseguia sentir nada, não conseguia me tornar nada.
Então, eis que pegaram um pincel e coloriram minha alma. Renasci. Não da união entre meus pais, mas da explosão de cores quentes. Olho para trás e vejo como eu era quando comecei a entender que era gente. Hoje, sou exatamente igual ao que era nesse início. Tenho os mesmos medos, as mesmas inseguranças, as mesmas preocupações bobas de dez anos atrás. Nascer de novo é bom, em determinadas situações, ainda mais porque meu sono não durou muito tempo e eu consigo compreender e lembrar do que fiz, quais foram os meus erros... Agora tenho oportunidade de fazer diferente e ser alguém melhor, não para os outros, e sim para mim.
Percebo que minha timidez de hoje não é consequência dos fatos, mas sim um reflexo da minha timidez anterior. As sensações onduladas são um reflexo das sensações que não me permiti sentir. Talvez porque seja a hora cera, ou porque a hora certa está chegando. Só sei que as coisas estão melhorando porque eu passei a acreditar em mim e confiar que tudo acontece por uma razão.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Quadrinhos: Fábio Moon e Gabriel Bá

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Esse quadrinho que você acabou de ler, são dos quadrinhistas brasileiros Fábio Moon e Gabriel Bá (adoro os sobrenomes dos dois). Eles têm um blog, o 10paezinhos, onde você pode conferir um pouco mais sobre o trabalho deles. Para dar um gostinho, segue um resuminho (retirado do próprio blog deles) sobre os dois:
Ao meu ver, os quadrinhos de Moon e Bá são muito inteligentes. São meus quadrinhistas preferidos. Eles exploram problemas e situações cotidianas com um humor inteligente e sempre buscando exatamente isso: a inteligência. Os quadrinhos, por muitas vezes, buscam uma compreensão dentro do leitor, e não dentro do quadrinho. Eles te forçam a raciocinar e pensar sobre o conteúdo do quadrinho. Isso me fascina.
Como dizia Mário Quintana: "O melhor poema não é aquele que a gente lê, mas aquele que nos dá a sensação de que lê a gente." No caso dos quadrinhos, o melhor é aquele que nos lê! É essa a sensação que tenho quando leio os quadrinhos de Moon e Bá, de alguma forma, eles sempre sabem tudo aquilo que está dentro de mim.
Essa tirinha, por exemplo, me lembrei da minha própria infância ao ler. Quando eu tinha uns 9 ou 10 anos, ganhei um livro de presente de aniversário. Eu já tinha o hábito de ler bem antes disso, cresci rodeada de livros. Mas este que ganhei, foi o primeiro livro infanto-juvenil que eu li que estimulou minha inteligência, minha sabedoria e minha forma de ver o mundo, além de me permitir fazer uma longa viagem sem sair do lugar. Não eram apenas gravuras com uma historinha boba, era O Pequeno Príncipe. Guardo esse livro com todo carinho até hoje, inclusive recomendo que quem ainda não leu, leia, pois é um dos melhores livros que eu já tive a oportunidade de ler. Viajar pela galáxia, explorando planetas desconhecidos e por vezes despovoados, só livros são capazes de fazer.
É incrível o quanto damos saltos na vida, quando se trata do nosso sucesso profissional, ou algo relacionado a isso. Mas muitas pessoas, em relacionamentos, são retraídas e por vezes não tem coragem de "saltar".
Nesse último quadrinho, o que me chamou a atenção, não foi a fala do peixe, mas sim a penúltima fala, onde o personagem revela o seu medo dos amigos acharem que ele "os esqueceu". Realidade minha, prefiro ser esquecida do que passar a impressão de que esqueci de alguém.

Entretanto, meu quadrinho preferido é o próximo, e último. Quantas coisas deixo de fazer porque tenho uma  "prévia" de como seria, na minha cabeça! Haha. Por vezes despediço ótimas oportunidades e deixo a timidez falar mais alto.

Bom, é isso. Depois de uma semana cheia de provas e capítulos para estudar, trabalho cotidiano, trabalho voluntário e doação se sangue, nada melhor que um pouco de humor inteligente de Moon e Bá. Espero que tenham gostado e me desculpem pela imensa quantidade de quadrinhos, é que eu não sabia qual colocar, portanto coloquei os meus preferidos. Até a próxima!






sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Rotina de sonhos

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O tempo corre e o que parecia ser dia já é mês. Meu coração pede por um pouco de sossego, minha mente quer arrego, minhas mãos já não tremem de medo e eu, eu sou um conjunto de tudo. Eu quero a eletricidade correndo no meu sangue novamente. Onde estão as borboletas? Meu estômago está se sentindo vazio sem elas por aqui… Cadê o brilho no olhar? Onde estão os comentários divertidos dos meus amigos? Onde estão meus amigos? Onde estou eu? Me perdi e espero que alguém me ache. Sigo um caminho, algo que lá atrás me disseram que era a direção correta. Mas ninguém caminha ao meu lado, minhas mãos procuram por dedos macios e nada encontram. Mas eu sei que a espera e a persistência um dia valem a pena. Mas eu queria, ah se eu queria, apenas braços quentes e firmes para me segurarem quando eu ameaçar cair. Queria dedos gentis me fazendo cafuné após um longo dia. Queria um beijo suave de boa noite e a risada compartilhada. Queria a voz suave me sussurrando promessas, que eu sei que são em vão, mas que eu preciso ouvir. Queria que querer fosse poder, que a minha imaginação tivesse algum tipo de magia que fizesse a imagem estar na minha frente, em carne e osso. Eu não quero mais sonhar, quero viver, mas já que a vida não me traz tantas alegrias assim, eu sonho mais um pouco. Já ouvi dizer que você deve sonhar até se cansar, pois um dia o teu sonho te surpreende. Você sonha com o príncipe do cavalo branco, e ele vem de conversível preto, mas vem. E aí, eu sonho novamente com o príncipe, porque toda e qualquer celula do meu corpo necessita desse sonho, e meu coração, apenas por alguns instantes, bate sossegado.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

McFLY - Love Is Easy

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Olá! No post de hoje, eu queria compartilhar com vocês o novo vídeo de uma banda de pop rock que eu gosto, chamada McFLY. Não ando escutando muito ultimamente, mas eu gostei da música e ainda mais do clipe, pois este traz referência ao início da carreira da McFLY.


No início do vídeo, Tom Fletcher, um dos vocalistas, já aparece com seu Ukelele cor-de-rosa, super auto-confiante e se sentido o dono do local. Depois, aparece o anão de jardim, Dougie Poynter, se equilibrando na ponta dos pés para fazer as nuvens ficarem no alto do Fletcher, que continua a cantar e magicamente faz cair chua do seu Ukelele. Então aparace uma referência ao clipe de Room On The Third Floor (um dos meus preferidos, aliás), que é a caixinha com os mini-bonecos dos integrantes da banda.
Como se eles fossem os caras mais felizes do mundo, começam a cantar Danny Jones e Poynter, girando seu guarda-chuva. Então aparece Harry Judd com outro guarda-chuva, o guarda-chuva do Jones é picotado e destruído, e placas escritas "Love" e "Do" são seguradas por cada um. Eu me amarro na cara do Fletcher ao perceber que sua placa está de cabeça pra baixo, a vontade de rir dele é muito notável.
Jones ganha troféus, Poynter tira meleca do nariz, Judd seduz com seu jeito de tigrão e todos são muito felizes, assoviando e observando o Fletcher tocar seu Ukelele cor-de-rosa. Acho legal na letra da música quando diz "And the birds sing tweet, tweet, tweet..." e os pássaros da "platéia" dançam o shake shake da xuxa. Então começam a aparecer as referências às capas dos álbuns da banda. Na sequência: Room On The Third Floor, Wonderland, Motion In The Ocean, Radio: Active e Above The Noise. Então o Jones faz sua guitarra aparecer magicamente e começa a fazer cara de quem está tocando um solo muito complicado. Judd e Poynter enlouquecem no palco, incorporados com algum exu do mal, enquanto Jones toca para seu "pássaros-platéia-shake-shake-da-xuxa". Então Fletcher traz uma caixinha e eu não feço idéia do que é feito ali. A banda começa a tocar e Fletcher continua com seu Ukelele sem sentido, cantando o refrão que antes foi cantado pelo Jones, que divide o microfone com Poynter. Os "pássaros-platéia" vão ao palco e aí aparece a platéia de verdade, várias fãs segurando cartazes de amor à banda. Ao final do vídeo, a caixinha sem sentido mostra uma mensagem "For the fans", o que fez muitas fãs amolecerem o coração.

Enfim, depois desse lenga-lenga resumão do vídeo, gostaria de dizer que gostei. Os vídeos da McFLY geralmente são bem humorados, mas Love Is Easy foi o melhor até agora. Eles foram muito criativos, e ainda mais divertidos do que de costume.
Até a próxima e obrigada por ler!

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Andorinhar: O retorno

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Olá pessoal, depois de mais de um mês sem postar nada, senti falta daqui. Tenho boas notícias: no último post, eu havia dito que o blog entraria em hiatus porque eu precisava resolver algumas coisas da minha vida primeiro. Eu havia me perdido e ainda não havia me encontrado. Agora sinto como se eu tivesse nascido de novo e tivesse passando pelas mesmas experiências novamente. Mas não é sobre isso que vim falar, deixa meu eu-lírico para outro post.
Esse blog agora terá um conteúdo meio diferente do que vocês estão acostumados. Só para vocês não enjoarem, eu vou postar alguns vídeos e fazer alguns cometários sobre esses vídeos. Pode ser que apareçam bandas e artistas que acabei de conhecer, pode ser que apareçam dicas de filmes também. Enfim, por mim eu daria continuidade aos textos intensos, mas eu me conheço e acabaria falando sempre da mesma coisa, mesmo que indiretamente. Porém, eu gosto de escrever textos e não vou parar. Tenho planos de dar continuidade às cartas sobre Tony e Lúcia.
Dia 7 de novembro este blog completa um ano, e pra mim é muito interessante ver o conteúdo dos primeiros posts e perceber o quanto eu mudei e o quanto amadureci.
Talvez meus posts caiam um pouco de qualidade por mais ou menos um mês, porque afinal eu ainda tenho que dar conta dos deveres e trabalhos da faculdade, tenho que trabalhar e fazer outras mil coisas que o dia-a-dia me cobra. O importante é que eu vou continuar por aqui, e agredeço se alguém tiver curiosidade e ler o que eu passar a postar.
Obrigada e até mais.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Comunicado

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Olá a todos!
Quero avisar que o blog vai entrar em hiatus por algumas semanas, ou quem sabe até meses. É que ultimamente minha inspiração está muito ausente, não estou conseguindo escrever como antes, sinto um bloqueio não só mental como sentimental também. Por isso, só pra eu não ter que ficar enchendo linguiça aqui, vou passar algum tempo refletindo e tentando recuperar minha forma de escrever.
Logo, logo, o Andorinhar volta novinho e cheio de energia para vocês!
Beijão!

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

The Queen of the Azimuth!

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14 de Setembro... Faz 19 anos que uma princesa nasceu. Essa princesa não tinha ouro, nem tampouco criticava os que tinham. Ela nasceu num berço de amor e no meio das dificuldades, foi recebendo amor e carinho para se tornar o que é hoje. Essa princesa tem o coração mais belo que já tive a oportunidade de conhecer. Ela sempre te dará uma segunda chance, se você se arrepender e pedir perdão. Ela não acredita em vingança, ela acredita que o amor é a forma mais bela de se aprender perante os erros. Essa princesa é linda, gosta da natureza e de acampar. Se quer vê-la sorrir, experimente abraçá-la bem forte e colocar um prato de batatas-fritas diante de seus olhos. Ela é sábia como uma coruja, esperta como um gato e sem preconceitos como um panda. Essa princesa sempre te dará não uma mão, mas um braço, se você precisar. Ela não te ajudará quando lhe convier, ela te ajudará mesmo que essa ajuda vá fazê-la sofrer. Ela pode chorar um milhão de lágrimas, mas ela vai te sorrir quando você precisar de um sorriso. Não qualquer sorriso, mas o sorriso dela.
Essa princesa me encontrou, eu estava no pior dos meus estados. Eu andava por aí sem rumo, sem um destino certo, eu cambaleava com medo de me segurar em alguma rocha fria e por vezes eu caía e não sabia como me levantar. Então essa princesa bela e simples me estendeu a mão, não disse nada. Eu quis me livrar dela, eu não confiava em pessoas. Mas ela me mostrou que não pertencia a este mundo. Ela morava com o Criador e logo depois, percebi que aquela princesa veio com a missão de me proteger, a mando do Divino. As minhas dores acabaram, minhas feridas cicatrizaram e as minhas lágrimas secaram. Aquela princesa me devolveu a vida quando eu achava que já estava morta.
Essa princesa agora é uma rainha, The Queen of the Azimuth! Hoje é a minha melhor amiga, o único ser no mundo que eu consigo amar. Ela continua sarando minhas feridas, protegendo minha alma da escuridão e me salvando quando eu tento me jogar do precipício. E nós vamos vivendo assim, com um fio invisível nos unindo e a cada dia que passa esse fio se torna mais forte e mais certeza eu tenho de que aconteça o que acontecer, eu passarei por cima dos meus erros e para ver essa princesa sorrir eu derramo o meu sangue, dou meu coração a ela e tiro minha vida. A nossa amizade é a paixão do nosso futuro e dos nossos sonhos. Eu vivo por essa princesa e sei que ela também vive por mim.
Sarah Ariel, com essas palavras eu só quero dizer: Feliz Aniversário, eu amo você!

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Um novo dia nascerá

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Minha mente entrou em conflito. Eu pensei que havia deixado tudo para trás, mas como, se por lá eu só passei e segui em frente? Eu deveria ter entrado, sentado, tomado um café... Deveria ter usufruído da serventia que estavam me oferencendo. É, disseram que o café era amargo, mas mesmo assim eu deveria ter tomado. Mas preferi agradecer e ir em busca do açúçar, mas é claro que primeiro encontrei o sal. Agora me vejo sendo obrigada a refazer aqueles passos. A viagem de volta é mais longa e eu preciso de mais tempo para me preparar. Na verdade, estou quase pronta. Sempre alerta, igual escoteira. Mas vou ter calma, ter paciência... Não sou só eu que preciso aprender como digerir essas informações, dê tempo ao tempo. Primeiro, vou acalmar a minha mente e ir em busca da minha felicidade. Prometi que não choraria mais, que tiraria meus sorrisos da ajuda que jurei conceder. Com tantos fatores externos me envolvendo, a minha ajuda terá de esperar, mas quando tudo se resolver eu vou estar aqui radiante como o sol que nasce. Eu vou sorrir para cada criança, vou cantar para cada enfermo e da minha boca sairão as palavras que têm o poder de curar. Por isso a espera. O medo já não me domina, só acho que agora não é a hora. Tenho que me resolver, acalmar minha mente, me entregar de corpo e alma para o bem maior. O perdão está pendente, mas na busca por respostas tudo irá se resolver. Devo afeto, devo amor... Por Deus, devo tanta coisa! Mas sou um pequeno sol e minha hora de brilhar está chegando de novo. O eclipse está se acabando, ou será que está apenas começando? De uma forma ou de outra, a noite não durará para sempre. Um novo dia irá nascer.
Jurei que aquela sensação era maligna, mas tomei consciência de que não era. Tudo que Deus cria, por mais mal que faça, é bom, te serve para alguma coisa. Havia o que eu denomino magia, que agora eu sei que não é mais. Havia o que eu chamo de elétrica, que acabou-se a carga. Havia loucura, é claro que havia. Mas cada sofrimento por qual passamos, tem que ser sentido. Percebo agora que nada adiantou ter me colocado dentro de um casulo para virar borboleta, já disse que não sou. Eu deveria ter vivido a minha fase de largata, mas precipitada, me atirei do precipício na intenção de voar. Tarde demais. Estou tão longe, milhas distante do que tinha para aprender. Vale a pena mesmo colocar a mochila nas costas, fazer um pedido e voltar a ser uma largata? Não, eu tenho asas. Não vou regredir, vou apenas refletir no que causou minhas ações e de um dialógo simples, vou assinar meu ponto. Mais uma missão cumprida. Já vivi muita coisa para poucos anos de idade e minha bagagem está cheia, cheia de experiências. Porém eu deixei cair uma delas, preciso voltar lá atrás e buscá-la, porque é por isso que eu não sou mais a mesma de antes. É por isso que os meus sentimentos mudaram, deixaram de existir. Por isso tudo acontece e nada me atinge. Por isso a falsa felicidade. Por isso o vazio dentro de mim. Por isso a sensação de estar oca, porque me falta o que me havia de mais importante e que consegui perder: minha capacidade de amar. Porém não temo, me repetiram várias vezes e agora as palavras se tatuaram na minha mente: um novo dia nascerá.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Mudança

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As coisas mudam. As pessoas mudam. O cenário muda. O tempo muda. Os sentimentos mudam. Parei para refletir no ano que se passou, no que eu estava sentindo durante esse mês de agosto. Eu estava perdida. Não sabia o que fazer da minha vida. Eu amava alguém que eu não podia amar. Eu sofria muito, ainda mais porque o sentimento jamais seria recíproco. Eu chorava todas as noites, às vezes saia para a noite escura para conversar com as estrelas. Certa vez, lembro que me deitei no chão frio e quase adormeci por ali... Era muita loucura para a minha frágil mente. Minha mente ainda não havia aprendido a suportar a dor, a lidar com um amor tão forte quanto aquele. Fiquei dependente, realmente viciada. Mas essa fase passou. Hoje estou aqui, com outras dores e outras cicatrizes. Mas eu não sofro mais por amor. Minhas cicatrizes foram causadas por elementos mais importantes que um amor adolescente. Eu consigo lidar facilmente com o que acontece no meu dia-a-dia e com as circusntâncias que fazem com que eu me descabele só por alguns segundos. Depois, ajeito meu cabelo, passo rímel e coloco um sorriso no rosto.
Eu compreendi que as pessoas tem muita influência sob a nossa vida e são elas que nos fazem mudar quem somos, não importa o quanto não sejamos influenciáveis. Cada um traz dentro de si, um pouco de cada pessoa que encontra por aí e que convive por um tempo, não importa se é um mês ou um ano, ou a vida inteira... Os atos daquela pessoa influenciarão os seus atos. E então você decide a maneira como quer viver, como quer agir, como quer pensar. Mas não me preocupo, porque na minha vida sempre aparece um herói com uma mensagem dentro de uma garrafa, e quando descubro como abrir a garrafa, tudo se altera. Exato, vem a mudança, que começa dentro de mim. Nada é duradouro, apenas o que nasceu com você.